Sucesso da reprodução assistida depende muito da idade da paciente

É inegável a evolução da ciência quando se trata de métodos para ajudar mulheres a conseguirem engravidar. Tanto a fertilização in vitro (FIV) como a inseminação intrauterina (IIU) têm possibilitado que o sonho de ser mãe de um filho biológico se realize.

Mas o benefício trazido pela ciência gerou o mito de que é possível engravidar facilmente ainda que a mulher já tenha passado dos 35-40 anos. Por isso, é preciso difundir a realidade dos fatos: quantos mais idade, menor a qualidade do óvulo e mais difícil o método escolhido ter resultado positivo.

Pesquisas já comprovaram que a maioria, em torno de 80% das mulheres com até 35 anos, consegue engravidar e ter um bebê em até 5 anos. Na faixa de 35 a 40 anos, o percentual cai para pouco mais de 60%. Acima dos 40 anos, cerca de 26% das mulheres conseguem gerar e parir um filho.

Especialistas argumentam que a ciência pode resolver e driblar inúmeros fatores, mas o avanço da idade não é um deles. O corpo envelhece a cada dia, por isso, mulheres que estão em plena forma, jovens, produtivas, buscando ascensão profissional e adiando o sonho da gravidez para uma época de maior estabilidade devem planejar este momento o quanto antes, para não entrarem para as estatísticas de insucesso.

Mas a ciência também oferece uma alternativa para evitar a perda de qualidade dos óvulos: o congelamento ou vitrificação, processo que preserva as características da idade em que os óvulos foram esfriados. Assim, é possível contornar parte das consequências do envelhecimento da mulher pela decisão de ser mãe mais tarde.

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