Estudo genético pode criar biomarcador para fertilização in vitro

O uso da espectrometria de massas vem aumentando nas pesquisas científica em razão da possibilidade de se identificar substâncias minúsculas tanto em tecidos como em células. Por isso, a técnica foi aplicada em um estudo que buscava respostas para as taxas ainda altas de embriões que não conseguem aderir à parede do útero.

Segundo o estudo realizado, os embriões que conseguem se fixar no útero possuem 19 proteínas, enquanto os que não conseguem possuem apenas 16. Para os pesquisadores, este é um grande avanço, pois a partir do estudo, será possível criar um biomarcador que identificará quais embriões têm maior probabilidade de resultar em gravidez pela fertilização in vitro.

Atualmente, entre 70 e 80% dos embriões implantados falham na tentativa de aderir ao útero. Por isso, é prática comum a implantação de vários embriões, o que pode resultar em gravidez múltipla e no aumento das chances de complicações, tanto para a gestante como para o feto.

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