Mais liberdade para escolher a hora de ser mãe

25/05/2018
Avanço das técnicas de congelamento de óvulos e embriões diminui impacto do tempo na decisão de ser mãe

Em fevereiro deste ano, a cantora Ivete Sangalo deu à luz duas meninas, aos 45 anos de idade. Ivete revelou à imprensa que recorreu ao congelamento de embriões por saber que, nessa fase da vida, seria mais difícil engravidar por meios naturais. Assim como ela, outras mulheres têm utilizado o método ou congelado óvulos para adiar a maternidade e realizar o sonho de ser mãe em uma época mais oportuna de suas vidas.
A criopreservação consiste em congelar óvulos ou embriões para serem usados depois, quando a mulher decidir ser o melhor momento para engravidar. Quando isso acontece, os óvulos são fertilizados e os embriões são transferidos para o útero. No caso de embriões preservados, a transferência é realizada horas após o descongelamento.
Segundo a médica Hitomi Nakagawa, sócia da Genesis, a idade ideal para realizar o procedimento é até os 35 anos. “Ele deve acontecer assim que a mulher toma consciência da possibilidade ou necessidade de adiamento da gestação devido a compromissos profissionais, acadêmicos, condições socioeconômicas, doenças graves como câncer, entre outros motivos. Com o aprimoramento da vitrificação, que permite o congelamento rápido, sem os riscos da técnica anterior (lenta), as taxas de sucesso na recuperação tanto dos gametas quanto dos embriões estão acima de 90%”, ressalta.
Muitas mulheres se questionam sobre as chances de sucesso do procedimento e a possibilidade de malformação do bebê. De acordo com a médica, essa probabilidade existe e está relacionada com a idade da mulher no momento de congelamento dos óvulos. “Como a quantidade e a qualidade dessas células também se deterioram ao longo da vida reprodutiva, os riscos de malformação são proporcionais aos que se teria se a concepção fosse natural”, explica.
Ou seja, uma mulher de até 35 anos corre o risco de ter um bebê malformado para cada mil a 2 mil nascidos. Essa proporção gira em torno de 1 para 100 aos 40 anos e, aproximadamente, 1 para 30 aos 45 anos de idade. “Sem dúvida, a maioria dos bebês gerados é normal, porém aumenta o número de abortamentos por seleção natural e reduz a chance de gestação por ciclo de tentativa”, alerta Nakagawa. As estatísticas evidenciam em análises de embriões de quinto dia de evolução in vitro uma taxa de anomalias de 40% até os 35 anos e que aumenta para cerca de 85% em idade superior aos 42 anos.
A quantidade de óvulos congelados também pode influenciar na taxa de sucesso. Existem estudos que tentam chegar ao número ideal levando em consideração a idade da mulher e a taxa de óvulos anormais esperada em relação à sua faixa etária: com 5 óvulos congelados, uma mulher com idade inferior a 35 anos teria uma chance de 30% de ter um bebê em casa, enquanto essa chance seria de 3% para aquela com 44 anos. “Para uma mulher de 40 anos ter uma chance em torno de 20% de um bebê em casa, ela necessitaria de, pelo menos, 10 óvulos congelados, mas contando que existe a redução natural da reserva dessas células, apenas uma parcela delas consegue esse número”, complementa a especialista.
Invista no melhor
Uma equipe médica experiente na escolha de um protocolo personalizado com tecnologia de ponta para realizar a criopreservação e a compreensão por parte das mulheres sobre as dificuldades existentes tendem a mitigar eventuais frustrações. A Genesis é uma das pioneiras nesse procedimento em Brasília, acompanhando a evolução das técnicas de congelamento e realizando a criopreservação de forma responsável e com taxas de sucesso comparáveis aos outros grandes centros que oferecem a técnica no mundo.
“Com a evolução das técnicas de congelamento, novos horizontes têm se aberto aos casos que necessitam de preservação de fertilidade. Até pouco tempo atrás, apenas o congelamento de espermatozoides e embriões eram bem conhecido, mas os resultados atuais autorizam a utilização clínica dessa metodologia com boa margem de segurança”, comemora Hitomi Nakagawa.
Na Genesis, o procedimento custa de R$ 6 a 7 mil reais, incluindo controle da ovulação, monitoramento com ultrassom seriada, orientações de ajustes de doses, anestesia, honorários de toda a equipe, materiais e medicamentos de centro cirúrgico, recuperação anestésica, insumos e tecnologia de laboratório de reprodução assistida. Além disso, a paciente precisará investir em medicamentos (hormônios) para o desenvolvimento folicular — que dependerá da sua idade e da sua reserva de óvulos —, para uma abordagem individualizada do caso.
A partir da decisão ou procura para esclarecimentos sobre o procedimento, a paciente é submetida a exames para rastreamento de doenças infecciosas e avaliação da reserva de óvulos por ultrassom. No ciclo menstrual subsequente já se pode iniciar a hiperestimulação ovariana para a maturação de vários folículos (estruturas que contêm os óvulos). Essa etapa dura, em média, de 8 a 12 dias e se procede à captação dos óvulos com 10 a 14 dias do início da medicação. Todo tratamento é personalizado e possui acompanhamento da equipe médica de forma particularizada em todas as etapas.

Por Rodrigo Rocha
Conversa Coletivo de Comunicação Criativa

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