A crescente inserção da mulher no mercado profissional, fruto da força dos movimentos feministas ocorridos ao longo da segunda metade do século XX, tem sido um fator determinante da remodelação de seu papel social e resulta em nítida tendência de se postergar a maternidade. Há estudos recentes demonstrando a expressiva multiplicação na proporção dos nascimentos em mulheres com 35 anos de idade ou mais desde a década de 1970, especialmente nos países desenvolvidos, onde se estima que tais eventos possam corresponder a mais de um quarto dos nascimentos até 2010.

 

Programa exibido em 28/08/2010

No programa Inclusão desta semana, especialistas explicam o fenômeno da infertilidade e apresentam como opção o uso de técnicas modernas de fertilização de baixa e alta complexidade, desde a inseminação artificial programada até a fertilização in vitro, conhecido por bebê de proveta. 
Fonte: Portal de Notícias Senado Federal

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Assim como ocorre com a mulher, o passar do tempo pode ter influência na fertilidade do homem. Apesar de não ser o foco na maioria dos casos de infertilidade conjugal e não existir uma idade limítrofe para a incapacidade masculina de conceber, comprometimentos da motilidade e da forma dos espermatozóides, diminuição dos níveis de testosterona e alteração no desempenho sexual podem ser causas de resultados reprodutivos negativos.

 

O GENESIS, em sua rotina de investigação de infertilidade conjugal, avalia os fatores que podem interagir para o distúrbio da fertilidade e os analisa de forma objetiva e atualizada, primando pela individualização propedêutica de acordo com a realidade de cada casal.

A mulher que passou por laqueadura tubária (ligadura das trompas) pode voltar a ser mãe por meio de microcirurgia para recanalização das trompas, mas o sucesso do procedimento depende de vários fatores, como o tempo decorrido desde a laqueadura, a idade da mulher e a técnica de laqueadura utilizada.

 

Existem determinada situações que impossibilitam a mulher de produzir óvulos, como a falência ovariana prematura, a perda dos ovários por cirurgia prévia, quimioterapia e/ou radioterapia, e, até mesmo, a ausência congênita dos mesmos. Para essas mulheres, há a possibilidade de gravidez utilizando óvulos de doadoras.

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